Os rebeldes pareciam ganhar terreno neste domingo ante as forças de Muammar Kadafi após três dias de combates no leste da Líbia, onde a Otan investiga a morte de 13 pessoas, vítimas segundo os insurgentes de uma ação de "fogo amigo". Entretanto, os combates foram retomados na manhã deste domingo nos arredores da cidade petroleira de Brega, onde os rebeldes pareciam ter avançado.
Cerca de 400 combatentes rebeldes, que tinham conseguido avançar rumo a Brega no domingo, foram obrigados a retroceder um trecho significativo da estrada que une o pólo petrolífero à estratégica cidade de Ajdabiya, em poder dos rebeldes, indicaram as mesmas fontes. As tropas de Kadafi recrudesceram neste domingo o fogo de artilharia pesada sobre Brega, enclave em torno do qual a linha de frente está situada há três dias. Aviões da coalizão internacional comandada pela Otan sobrevoaram essa cidade no domingo, mas não foram ouvidos bombardeios, segundo as fontes citadas.
Os combates também continuavam neste domingo em Misrata, terceira maior cidade da Líbia, no oeste do país, que está sitiada pelas tropas do regime há mais de um mês.
A região de Brega é cenário há vários dias de combates entre o homens de Kadafi e os insurgentes. Depois de um rápido avanço para o oeste na semana passada e de um recuo em consequência da pressão das forças do regime, os rebeldes retomaram a vantagem na sexta-feira, auxiliados pelos ataques aéreos da coalizão internacional comandada pela Otan.
Pela primeira vez desde o início da intervenção internacional em 19 de março, nove rebeldes e quatro civis, entre eles três estudantes de Medicina que viajavam para atender os feridos nos confrontos, morreram no sábado em um ataque da Otan a 15 km de Brega. A Aliança Atlântica, que assumiu na quinta-feira o comando das operações militares de apoio à rebelião, anunciou no sábado que examinava as informações sobre o possível caso de fogo amigo. "Treze pessoas morreram e sete ficaram feridas por fogo amigo. É um fato lamentável", declarou no sábado Abdelhafez Ghoga, porta-voz da rebelião em Benghazi, o reduto da insurgência no leste do país, a 1.000 km de Trípoli.
O Conselho Nacional Transitório (CNT), órgão de governo dos rebeldes, anunciou neste domingo que, em Benghazi, se espera nesta tarde a chegada de um navio com 300 feridos dos combates em Misrata, primeira embarcação que chega ao reduto rebelde no leste do país.
Cerca de 400 combatentes rebeldes, que tinham conseguido avançar rumo a Brega no domingo, foram obrigados a retroceder um trecho significativo da estrada que une o pólo petrolífero à estratégica cidade de Ajdabiya, em poder dos rebeldes, indicaram as mesmas fontes. As tropas de Kadafi recrudesceram neste domingo o fogo de artilharia pesada sobre Brega, enclave em torno do qual a linha de frente está situada há três dias. Aviões da coalizão internacional comandada pela Otan sobrevoaram essa cidade no domingo, mas não foram ouvidos bombardeios, segundo as fontes citadas.
Os combates também continuavam neste domingo em Misrata, terceira maior cidade da Líbia, no oeste do país, que está sitiada pelas tropas do regime há mais de um mês.
A região de Brega é cenário há vários dias de combates entre o homens de Kadafi e os insurgentes. Depois de um rápido avanço para o oeste na semana passada e de um recuo em consequência da pressão das forças do regime, os rebeldes retomaram a vantagem na sexta-feira, auxiliados pelos ataques aéreos da coalizão internacional comandada pela Otan.
Pela primeira vez desde o início da intervenção internacional em 19 de março, nove rebeldes e quatro civis, entre eles três estudantes de Medicina que viajavam para atender os feridos nos confrontos, morreram no sábado em um ataque da Otan a 15 km de Brega. A Aliança Atlântica, que assumiu na quinta-feira o comando das operações militares de apoio à rebelião, anunciou no sábado que examinava as informações sobre o possível caso de fogo amigo. "Treze pessoas morreram e sete ficaram feridas por fogo amigo. É um fato lamentável", declarou no sábado Abdelhafez Ghoga, porta-voz da rebelião em Benghazi, o reduto da insurgência no leste do país, a 1.000 km de Trípoli.
O Conselho Nacional Transitório (CNT), órgão de governo dos rebeldes, anunciou neste domingo que, em Benghazi, se espera nesta tarde a chegada de um navio com 300 feridos dos combates em Misrata, primeira embarcação que chega ao reduto rebelde no leste do país.
